PASSO A PASSO

2017-11-01

A mana (????)

do padre

 Francisco

Antunes Ferreira
Vitorino Ximenes dos Santos montou-se na bicicleta com que ia e vinha de casa para Gaia, onde se encontrava a primeira fábrica de cortiça do Senhor Amorim na qual era operário, meteu os pés nos pedais ajeitou o traseiro no selim e seguiu para Arcozelo onde vivia com os pais e duas irmãs mais velhas do que ele, pois era o último da família, a que os brasileiros chamavam caçula. Mas por que bulas diziam os brasucas caçula? Metera aquela interrogação, na cachola e decidira fazer a pergunta ao ti António que era um sabichão e vivia na praia da Aguda Tinha a certeza que o “Mocho” – assim chamavam ao gajo porque dormia de dia e saía à noite para fazer a ronda das tabernas e comer umas gajas fixes, muitas delas casadas, mas naturalmente sem os respectivos …saberem, o corno é na verdade o último a saber – o esclareceria.

Os pais Santos tinham cinco filhos e nove filhas. (No futuro lá longe haveria uns sacanas que diziam que eles não tinham televisão – daí a prole pois à noite o casal entretinha-se na cama… Eram, portanto, especialistas em brincadeiras entre lençóis, como manda a decência e a Santa Madre Igreja; e a mãe tinha uma devoção à Nossa Senhora da Conceição. Mas conceições havia muitas e padre Francisco que vivia com a irmã, justamente Maria da Conceição, até se chateava e muito, quando ironicamente diziam: irmã(?????)   

II Guerra Mundial

Corria o ano de 1939 - nascera em 18 de Fevereiro de 1923 - e tinha começado um arraial de porrada entre os aliados e o eixo, assim a modos dum Portugal-Espanha com muitíssimas mais galhetas. Era a Segunda Guerra Mundial. Em Arcozelo não ligavam peva à cacetada. Por virtude da Nossa Senhora de Fátima e também do Senhor Presidente do Concelho de Ministros, doutor António de Oliveira Salazar, a guerra não chegava a Portugal que era neutral e muito menos a Arcozelo onde o pessoal nem sequer conhecia a malta que andava à bordoada. Por vezes, uns cidadãos, poucos, ouviam umas coisas sobre as batalhas na BBC onde o senhor Fernando Pessa dava notícias todos os dias, mas o resto do pessoal não ligava nem à rádio nem à guerra. Que se lixassem!

Praia da Aguda


Vitorino tinha dezasseis anos, mas começara a trabalhar quando saíra da escola em 1932. Não, a família não era pobre, era mais para o lado da remediada, o pai era marinheiro na praia da Aguda e a mãe era costureira em casa, mas para fora. Sete das irmãs e os quatro filhos mais velhos já tinham saído do ninho, umas e uns tinham casado no Mosteiro de Grijó onde fazia um frio do carago e quem lá ia tinha de usar roupa de aconchego no Inverno, mesmo no pino do Verão tal era frialdeza, que alguns até levavam sobretudo. Algumas tinham ficado solteiras à espera de chegarem a tias solteironas.  

Entrementes, das rolhas de cortiça, o Vitorino queria transferir-se para a pesca, mas quer a mãe quer o próprio pai lhe tinham dito que o mar era traiçoeiro, muito melhor era sentir os pés apoiados na terra. Por isso, depois de ter começado por ajudante de pedreiro, passara para uma mercearia, estava chateado de andar com cargas às costas, o primo Luís arranjara-lhe um lugar na fábrica da cortiça. Era um emprego bom, primeiro via os outros trabalhadores a cortar rolhas, ia aprendendo e já era terceiro oficial.


Um dia, o padre Francisco avisou as suas ovelhas que ia ser colocado na igreja de São Bernardo, em Portalegre, e Vitorino que ia todos os domingos ia à missa porque o dia do Senhor tinha ser respeitado - dizia a mãe Olinda, aproveitou o ensejo e em vez de perguntar ao “Mocho” por que diabos os brasileiros diziam caçula foi ao padre Francisco de malas já feitas pôr-lhe a pergunta. O sacerdote dissera-lhe que do Brasil só conhecia a Carmen Miranda, que ainda por cima era portuguesa. E o rapaz, mesmo sem ser marinheiro, ficara a ver navios. Na verdade Vitorino acabara por ficar muito chateado. Mas regalou-se com um pensamento: ele já tinha a bicicleta e o clérigo andava à pata. Resultado: 1-0.

daquelas fluorescentes


Deixe-se de seguir o Vitorino Ximenes dos Santos faça-se a linha para o mui digno cura, que aliás nunca curara ninguém, mas isso eram negócios da Igreja de Roma, onde o Santo Padre também não era muito afim de curas. Parece que essa especialidade era da Senhora de Fátima, não desfazendo na Santa Conceição, que  não metia o bedelho no tema. De resto, Fátima era mais para a banda dos negócios dos terços, das velas, dos crucifixos, das imagens, fluorescentes que luziam à noite sem serem ligadas às tomadas de corrente; isso sim era um mistério dos verdadeiros. De resto, a Santa Conceição estava muito conotada com o  faça sol e chuva não, no Verão, e no Inverno  trocavam-se as voltas como no vira.

Feira das cebolas

O Padre Francisco com a irmã (????) chegados a Portalegre foram em busca de casa já que a paróquia não tinha instalações para o presbítero. Arranjaram uma na rua de Infantaria 22 que dava para a praça da Corredoura e nas traseiras de várias habitações havia um pátio comum onde as vizinhas coscuvilhavam diariamente. A casa de rés-do-chão e primeiro andar era acolhedora e o padre Francisco maila sua mana (??????) sentiam-se porreiraços nela. As manhãs de corte-e-costura das vizinhas eram bem conhecidas. Nisso, ninguém levava a palma à Olinda

Pirolito


Portalegre estava (e está) situada nas fraldas da Serra de São Mamede, daí que dela venha uma frialdade fod,… oops, lixada no Inverno e por vezes também no Verão, na Primavera e no Outono. Os portalegrenses naquela altura usavam (e ainda agora usam) muito as braseiras com as suas camilhas ou as lareiras em especial nas cozinhas de tripés e caldeirões de ferro. Do outro lado da rua havia a fábrica de pirolitos. Quando estoirava um deles toda a miudagem acorria para apanhar os berlindes. Jogar ao bilas era entrenetimento, principalmente no sem piras são três.
eixo, ribaldeixo



Aliás as brincadeiras dos putos eram muito escassas. O bilas com abafador; o eixo ribaldeixo, caramelo ou pau do eixo, uma, bruma, duas, batas cruas, três pulinhos holandeses, quatro, bolo de arroz faz o pato, cinco, maria do brinco seis,. reis, sete vira a folha ao canivete, oito, biscoito, nove, dá dez réis ao pobre, dez, comichão nos pés, onze, bronze, doze, palmada, estás perdoado, três ,e meia bem cheia, catorze, atira o boné, quinze, apanha bonés, se não fazes assim, perdes e serás o próximo a abaixar!
Cuscas


O Padre Francisco com a irmã (????) chegados a Portalegre foram em busca de casa já que a paróquia não tinha instalações para o presbítero. Arranjaram uma na rua de Infantaria 22 que dava para a praça da Corredoura e nas traseiras de várias habitações havia um pátio comum onde as vizinhas coscuvilhavam diariamente. A casa de rés-do-chão e primeiro andar era acolhedora e o padre Francisco maila sua mana (??????) sentiam-se porreiraços nela. As manhãs de corte-e-costura das vizinhas eram bem conhecidas. Nisso, ninguém levava a palma à Olinda

     
 
Zona de trovoadas
   


Epela sua situação geográfica é zona de trovoadas vindas da serra. Uma noite houvera uma das grandes que até aterrorizaram as gentes. Os trovões e os relâmpagos tinham sido constantes, só amainando um pouco já chegava a manhã. Só então as vizinhas comentavam o temporal. A dona Pulquéria começara por dizer que o medo dela e do seu homem levaram-nos a esconder-se debaixo da mesa da sala de jantar. A Deolinda que era viúva refugiara-se por baixo da cama.



Todas foram contando as peripécias nocturnas, umas mais amedrontadas do que outras, uns discursos de lamurias, de cagaços até que chegou a vez da irmã (????) do Padre Francisco: “Ai vizinhas apanhei um susto tão grande que, se não me agarro ao mano Francisco, estive quase a cair da cama…” A confissão da mana (????) foi como um maná caído do céu e deu aso a conversas para mais de um mês. “..se não me agarro ao mano Francisco, estive quase a cair da cama…” correu por toda a cidade e foi alvo de galhofa. Até na Serra de São Mamede...

       


   


39 comentários:

  1. Então em Portalegre, pela serra de São Mamede... A irmã (????) do Padre Francisco está feita. Nunca mais se vão calar...
    Mas fiquei sem saber por que chamam caçula ao filho mais novo...
    Foi um prazer lê-lo, meu Amigo.
    Um beijo.

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  2. Querida Gracinhamiga

    Nem posso conter-me as gargalhadas com o teu comentário...

    É, como sempre magnifico

    Qjs do malandreco

    Henrique, o Leãozão

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  3. As manas, as sobrinhas, as afilhadas, eram muito comuns. Porventura, ainda são. Será?

    :-))

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  4. Querida nonamiga

    Será? Deixa-te de interrogações: continuam!!!!!

    Qjs do Henrique, o Leãozão que já inscreveu no teu grupo de fãs!!! :-))))

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  5. Os padres são uns grandes malandrecos :))) isso é um pecado duplo!!!:))

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    1. Querida Papoilamiga

      Não gosto de padres, nem de outros eclesiásticas. Não malandrecos são uns sacanas. Ponto final.

      Qjs do Henrique, o Leãozão e muito obrigado pela tua visita e comentários

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  6. As manas e primas dos padres eram famosas. Lá pelo meu norte ainda há alguns que vivem mais suas familiares...

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    1. Maria do Mundamiga

      Há-os por todo o lado: no norte, no centro e no sul...

      Obrigado pela tua visita e comentário. Volta mais vezes...

      Qjs do Henrique, o Leãaozão

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  7. HenriquAmigo
    Lamentaste, no meu Rochedo, a minha ausência da TRavessa, mas devo lembrar-te que já cá vim duas vezes e, num dos comentários, expliquei-te que também eu estou limitado pela doença muito grave que me afecta.
    Além disso, ainda ontem publiquei um texto que me enviaste e divulguei o teu regresso. Vá lá, não sejas injusto comigo.
    Grande abraço

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    1. Caro Carlinhosamigo

      Dou a mão à palmatória, tens toda a razão. Desculpa.

      Muito obrigado pela publicação do meu texto. Não me dei conta mas vou já vê-lo!

      Abç do Henrique, o Leãozão

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  8. O que para aí havia (ainda há??) de padres e "irmãs" dos padres, "criadas" dos padres, "amigas" dos padres e por aí fora.
    Aquele abraço para ti, beijos para a Raquel, bfds

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    1. Caro Carlinhosamigo

      Vê a resposta sff à Maria do Mundamiga

      Triqjs bjs Raquel e abração para tu do

      Henrique, o Leãozão

      Ah, ja me esquecia: Parabéns. o Fêcêpê deu na mouche dos adversários. Bravo!

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  9. Tsss tssss... Só cusquice. Ora, eram tempos difíceis e a casa só tinha uma cama. :)

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  10. Querida Luisinhamiga

    Claro, todavia, isto é, o quarto só tinha uma cama e depois, poizé...

    Qjs do Henrique, o Leãozão

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  11. Mais uma história brilhante com o teu cunho inconfundível, amigo Henrique! E a mana Olinda teve onde se agarrar. Terá sido à batina do mano Francisco? =P Abraço

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    1. Caro Lápisamigo

      Em primeiro lugar pelo teu comentário. À sotaina? O malandro na cama nem sequer usava pijama...:-)))))))))))) e muito menos a mana...,-))))))))

      Abç do Henrique, o Leãozão

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  12. Mais um maravilhoso texto que merece leitura a tenta!

    Desejo que o Amigo Henrique se encontre bem de saúde
    Beijinhos e bom fim de semana.

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    1. Querida Cidáliamiga

      Obrigadíssimo.

      Felizmente não me posso lamentar em relação no que concerne à saúde... mas, este ano tem sido verdadeiramente um pesadelo. Agora é o meu irmão Braz que tenho em casa sem meios para tratar e acompanhar o cancro que ele tem... Uma ganda merda!!!

      Qjs do Henrique, o Leaozão

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  13. Desculpe mas ainda não me tinha apercebido de que não seguia o seu blog!
    bem interessante a sua partilha sobre algo que conheço de ouvir contar!
    Bom fim de semana

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    1. Querida Gracinhamiga II

      Não tens nada para me pedires desculpa. Assim fosse para muita gente que diz que minha amiga...

      De qualquer jeito sou eu que agradeço. Volta aqui como é habitual :-))))))

      Qjs do Henrique, o Leãozão

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  14. Desculpe mas ainda não me tinha apercebido de que não seguia o seu blog!
    bem interessante a sua partilha sobre algo que conheço de ouvir contar!
    Bom fim de semana

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  15. Bom regresso, amigo Henrique!

    As manas(???) às vezes descaem-se , rrrsss

    Abraços

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  16. Querida Sãozinhamiga

    Oxalá seja um bom regresso!!!! :-)))))

    Sobretudo descaem-se falando com as vizinhas...

    Que felicidade voltarmos a trocar imeiles. Muito obrigado

    Qjs do Henrique, o Leãozão

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  17. Tens um estilo muito peculiar, escreves como poucos, Antunesamigo. Gosto muito do teu estilo, polvilhado de ironia e humor quanto baste, com as vírgulas e os pontos finais todos no sítio. Olha que, nos tempos que decorrem, é obra.
    Gostei muito do teu recitáculo, com uma visão condescendente, mas muito bem-humorada, duma certa forma de estar do antes 25. Os tempos mudaram, mas pouco mudou, apenas ficaram mais sofisticados. Como dizia o príncipe de Medina, personagem, como muito bem sabes, de "O Leopardo", é preciso mudar alguma coisa para tudo ficar na mesma. Et voilà!
    Tenho um enorme respeito por ti, tenho acompanhado as tuas lutas, sinto uma enorme satisfação por não te renderes, por continuares a dar luta. Que mais dizer? Adoro-te, homem!

    Grande abraço (não esquecendo a Raquel, tua enooorme companheira)

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    1. Caro Agostinhamigo II

      Já cá não está quem escreveu. Claro que sabias que era uma pequena chantagem. Nunca desistiria de ir ter contigo ao INTERIORIDADES...

      Quanto às tuas simpáticas e gentis palavras creio que não as mereço. E quero dizer-te que também te adoro.

      A Raquel ficou muito comovida com que dizes dela - e agradece-te do fundo do coração. Quanto a mim quero que recebas um abração

      Henrique, o Leãozão

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  18. As trovoadas também são umas cuscas amigoHenrique, têm muito para contar, não fossem elas como dizem alguns, enviadas pelos frequentadores dos infernos já que não lhe falta o enxofre e o raios ! então será mesmo que devemos acreditar nas situações que elas por vezes despoletam ?!
    votos de boa saúde :)
    Angela

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    1. Querida Angelamiga

      Poizé, agora culpas as trovoadas e desprezas a mana (????) Olinda que quase caía da cama se não se agarrasse ao seu mano (?????) Francisco

      Há gente muito mal intencionada como é o teu caso :-)))))))))))))))

      Tenho dito.

      Qjs do Henrique o Leãozão

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  19. Ai os senhores priores mailas sua manas.... Malandrice!!

    Beijinhos cândidos, Leãozão!

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    1. Querida Gracinhamiga I

      P'stá claro: São como as pilhas Duracell, dormem, na mesma cama, dormem, na mesma cama....-))))))))))

      Bjs da Raquel e qjs do Henrique, o Leãozão

      Ontem, no Alvalade só se safaram por um fio: 2-2, de penalty e aos 95 minutos. Deus os guarde

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  20. Ora aqui está uma pérola! O padre não sabia por não ter ido ao Brasil mas a gente sabe. Caçula, pois claro. Mas saberia muitas outras coisas que tu sonegaste à gente.
    Fizeste lembrar-me da história do padre, do bispo e do padeiro.
    Aos ouvidos do bispo tinham chegado uns zum-duns sobre o padre de Picha, localidade famosíssima. Antes de se chegar ao adro surge uma oportuna tabuleta da JAE a acautelar os viajantes com uma tabuleta: P..., 1 km. Quis o bispo tirar a coisa a limpo e pôs-se a caminho.
    Anunciou, o bispo, que iria pernoitar na residência paroquial, intenção que o padre prontamente procurou contrariar, alegando haver apenas uma cama. Não há problema, retorquiu o bispo decidido. Assim aconteceu. Pelas 6 da matina toca uma buzina. O padre estremunhado dá uma valente palmada no rabo do bispo a confirmar a suspeita- Maria, olha o padeiro!

    Abraço.

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    1. Caro Agostinhamigo

      Claro que todos os gentios sabem o que é o caçula mesmo sem ir ao Brasil; tem o significado: filho mais novo duma família/último filho; fiho último com origem no quimbundo ka'suli; cf Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa. Adjectivo/substantivo, nome de dois géneros.

      Boa! Quanto as estórias de padres ou de bispos: o padre de Montanelas teve de ser operado, já no recobro os malandros dos
      eclesiásticos puseram-lhe em cima da costura da barriga um bebé de mãe desconhcida. que o abandonara na roda. O cura acordou: milagre de Nosso Senhor! e passou a criar o dito cujo; às portas da morte o sacerdote chamou o rapaz e ia dizerlhe que... O mancebo: Já sei, o padre é o meu pai e presbitero: eu sou a tua mãe; o teu pai é o senhor bispo de Vizeu... :-)))))


      E prontes termino aqui agradecendo os teus cuidados durante a fdp, por extenso, filho da puta da bipolar que foi um pesadelo hurrendo, etç.

      Abç do Henrique, o Leãozão

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  21. Há alguém em Portugal que escreva como você, Henrique? rsssss, gostei da história do padre, você tem um espírito que não deixa 'pedra sobre pedra', como se diz aqui! Isso quer dizer, arrasa com tudo e com todos... rsss
    Um estilo que agrada a todos. Sem papas na língua.
    Beijo pra você e Raquel!

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    1. Querida Taisamiga

      Pois claro que há: o Cesário Verde, por exemplo. E deixa-me que te diga eu não arrasaro ninguém! Quem sabe? Talvez o padre Francisco... :-)))))))))))))

      Bjs da Raquel e qjs do Henrique, o Leãozão

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  22. Amigo Ferreira sei não se tratar de novidade dizer-te que este seu blog," A Minha Travessa" é um dos espaços na Internet de minha preferência. Aqui li, em postagens mensais as tuas crônicas, sempre muito inteligentes, que dizem bem da cultura do amigo. Por desses méritos, em razão de sua escrita, na condição de escritor e de jornalista, disse-lhe, em comentário a um de seus trabalhos, que você é o nosso Eça de Queirós, com motivos mais que justificáveis. Além do mérito das matérias de sua lavra, há que levar-se em conta também a forma de ditas matéria, aqui no seu blogue. Por isso, meu amigo Antunes Ferreira, cá estou novamente, e espero que você continue escrevendo para que eu possa continuar a ler as matérias editadas.
    Lembro a você Antunes Ferreira, que no meu blog VEREDAS publiquei há alguns anos uma matéria a seu respeito e e sobre o seu livro A MORTE NA PICADA.

    http://pedrolusodcarvalho.blogspot.com.br/2010/05/morte-na-picada-antunes-ferreira.html

    Um grande abraço, meu amigo Antunes Ferreira, e muita saúde.
    Pedro

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  23. Caro Pedramigo

    Muito obrigado pelo que dizes de mim, mas... Nem um milimetro me considero um Eça; és muito gentil mas nem tanto ao mar nem tanto à terra. Sou que sou e capaz de escrever à minha maneira que nem por sombras me assemelho do grande Eça, para mim o melhor escritor de todos os Portuguese!

    Mas quero-te dizer que me lembro dod textos que escreveste sobre mim e a Ali´as tens de mandar o teu endreço de correio para te enviar o meu mais recente livro que tem por título Crónicas das minhas teclas

    Estou muito feliz pot trtrs voltado a fazer crónicas brilhantes. Por mim vou comentar os teus textos (sobretudo os teus pemas)

    Grande abraço para ti e muits beijeinhos Para a tua Tais.
    Henrique, o Leãozão

    Manda-mes sff a tua morada por e-mail

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  24. Gostei da história e mais ainda da forma como está contada.
    um beijinho e uma boa semana
    Gábi

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  25. Querida Gabrielamiga


    Muito e muito obrigado. És um querida...:-))))))))))))))))

    Bjs da Raquel e qjs do Henrique, o Leãozão

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  26. Antes que o dia chegue ao fim e eu não possa cumprir a minha palavra de escuteira, cá vim ver a Mana do senhor padre Francisco, antes de meter mãos a outras empreitadas.
    Pois, que te poderei eu dizer, HenriquAmigo? Que invejo a fluência e sabedoria da tua escrita?
    Que não há Padre sem a sua Mana ou afilhada?...Mas isso já é do conhecimento geral:- que eu sou uma imbejosa, e tu, um escritor por excelência e dom de Deus Nosso Senhor! :)
    Lá está, a Mana acabou por lhe fugir a boca para a verdade...é sempre assim:
    a mentira tem perna curta...

    Então o Bitor não sabia o que é 'caçula'?...parece impossível!!! ;)

    Beijos para o casal Antunes e votos de muitos e bons textículos.

    Tua amiga.
    Janita

    PS- Aparece lá pelo cantinho mesmo que não vás pedir para eu cá vir...olha, até versejei!!

    :)

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